Género
Anuário das Mulheres Brasileiras traz dados sobre trabalho e violência contra a mulher
13 jul
Na segunda-feira, 4 de julho, foi lançado em São Paulo o primeiro Anuário das Mulheres Brasileiras, produzido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). O trabalho reuniu dados sobre a situação das mulheres em relação à saúde, educação, emprego, trabalho doméstico e violência contra a mulher. Más >
Feministas em luta por autonomia e igualdade contra o machismo e o capitalismo!
23 feb
Nós, mulheres feministas, estamos nas ruas novamente neste 8 de Março para reafirmar nosso compromisso com a luta contra o machismo; uma luta que, para nós, também é anti-capitalista, pois ainda há muito a fazer para garantir nossa autonomia, igualdade e direitos plenos. Esta é a base da sociedade que queremos construir.
O combate ao machismo se faz todo dia. Reconhecemos os avanços conquistados pela luta das mulheres, mas temos no horizonte ainda muito pelo que lutar. Para sermos vitoriosas, é preciso compromisso com nossas bandeiras históricas e total autonomia do movimento para pautá-las. Estamos em luta diária contra a violência sexista, pela descriminalização e legalização do aborto, valorização do nosso trabalho, educação de qualidade para todos e solidárias às lutas anti-capitalistas travadas no Brasil e no mundo. Más >
Trabalhadoras, licença maternidade e a luta por autonomia econômica
17 feb
Há séculos as mulheres organizadas lutam por liberdade e por autonomia, para que possam viver e decidir livremente sobre o destino de suas vidas. Para que todas as mulheres tenham autonomia, precisamos construir uma outra sociedade, que seja livre do machismo e do capitalismo,que tem na opressão das mulheres, na exploração do trabalho e na busca pelo lucro seus pilares fundamentais.
Sob o sistema capitalista e patriarcal, construiu-se um modelo no qual as mulheres foram responsabilizadas pelo chamado trabalho reprodutivo, realizado dentro de casa, de cuidado dos filhos, da casa, do marido, dos doentes e idosos. Ao passo em que aos homens atribuiu-se a responsabilidade pelo trabalho produtivo, de produção de mercadorias, realizado fora de casa. A essa divisão soma-se uma hierarquização que valoriza o trabalho produtivo em detrimento do reprodutivo. Deste modo, temos a divisão sexual do trabalho como estruturante das relações entre homens e mulheres, como a base material da opressão das mulheres e da perpetuação das desigualdades entre os sexos. Más >
Dia Internacional da Mulher: em busca da memória perdida
5 mar
SOF – Sempreviva Organização Feminista
A referência histórica principal das origens do Dia Internacional das Mulheres é a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas realizada em 1910, em Copenhague, na Dinamarca, quando Clara Zetkin e outras militantes apresentaram uma resolução com a proposta de instituir oficialmente um dia internacional das mulheres.
Nessa resolução, não se faz nenhuma alusão ao dia 8 de março. Clara Zetkin apenasmenciona, nas discussões, seguir o exemplo das socialistas norte-americanas. É certo que a partir daí, as comemorações começaram a ter um caráter internacional, expandindo-se pela Europa, a partir da organização e iniciativa das mulheres socialistas. Essa resolução e outras fontes históricas intrigaram a pesquisadora Renée Côté, que publicou em 1984, no Canadá, sua instigante pesquisa em busca do elo ou dos elos perdidos da história do Dia Internacional das Mulheres. Outras pesquisadoras também se dedicaram a desvendar essa história. Más >
Jornal da Marcha Mundial das Mulheres – Ação 2010
10 ago
Em 2010 nós, as mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, vindas de todo o Brasil, estaremos em marcha de 8 a 18 de março. Com essa ação, vamos anunciar, mais uma vez, a todos os cantos do país, nossas
propostas para um mundo de igualdade, liberdade, justiça, paz e solidariedade.
Queremos mostrar a força e perseverança de milhares de mulheres que têm a solidariedade como um de seus principais valores. Queremos mostrar nossa força, nossa organização, nossa diversidade e, ao mesmo tempo, nossa capacidade de união para construir um mundo onde caibamos todas.

